impacto ambiental

4 pequenas coisas que vão mudar a maneira como você faz o gerenciamento de áreas contaminadas

Neste artigo você entenderá de uma forma clara como pequenas ações podem alterar a maneira como você faz o gerenciamento e potencializar seus resultados. Uma abordagem contextualizada nos temas atuais. Você certamente conhece. Não é mesmo?

Faz muito sentido termos as corretas definições e conceitos para estarmos totalmente alinhados com o que vamos tratar. Vamos lá!

Conceitos de definições sobre áreas contaminadas

Estes são conceitos clássicos extraídos da literatura convencional, mas totalmente atualizados. Isto será suficiente para darmos os primeiros passos. Além disto é sempre bom relembrar.

Gerenciamento de Áreas Conaminadas

Visa minimizar os riscos que estão sujeiros a população e o meio ambiente, em virtude da existência das mesmas, por meio de um conjunto de medidas que assegurem o conhecimento das características dessas áreas e dos impactos por ela causados (CETESB, 2001).

 

Passivo ambiental e risco ambiental de áreas contaminadas

Afinal, o que é  Risco Ambiental

O perigo é muitas vezes associado erroneamente com o risco. Risco é a probabilidade de ocorrer consequências danosas ou perdas esperadas (mortos, feridos, edificações destruídas e danificadas, etc.), como resultado de interações entre um perigo natural e as condições de vulnerabilidade local (UNDP, 2004). de forma simplificada, risco é a probabilidade (mensurável) de um perigo transformar-se num desastre. M. Emerson 2008 (INPE)

 

Risco = Toxicidade x Esposição

“Todas as substâncias são venenosas. A dose correta diferencia entre um veneno e um remédio.”

Mudando de Paradigma: 4 pequenas mudanças no Gerenciamento de Áreas Contaminadas

É crucial entender que as mudanças muitas das vezes são paulatinas e em outros casos são abruptas. Tudo isto tem a ver com os paradigmas vigentes tanto na comunidade científica como no meio sócio-ambiental.

#1. AGIR: Toda ação gerá uma reação de igual valor no sentido contrário

A primeira das coisas a ser feita no processo de gerenciamento de áreas contaminadas é tomar uma atitude de encarar o sistema de frente, ou seja, agir de forma direta. Por incrível que pareça, os cientistas afirmam que a procrastinação (a falta de ações) é o primeiro ítem na lista de fracassos dos profissionaisas em todos os países.

Esta ação refere a um conjunto de pequenas ações:

  1. Não se contentar com a falta de dados sobre os passivos ambientais;
  2. Exigir a resposta e informações dos atores responsáveis pelos danos ambientais; e
  3. Atender às exigências legais nas esferas Federal, Estadual e Municipal. Você acompanha as atualizações das leis?

 

#2. FOCO no detalhe faz a diferença

Muitas coisas acontecem simultâneamente propiciando a perca de foco e a demora na tomada de decisões.  Manter o foco na evolução dos estudos e conferência dos dados é crucial. Conferir os dados das campanhas de monitoramento ambiental e checar a coerência dos dados faz a diferença.

 

Foco na avaliação ambiental
Manter o foco é crucial para aumento dos resultados

 

Importante: Sugiro conferir sempre a temperatura de recebimento das amostras de água nas cadeias de custódia. Esse erro pode invalidar todo o seu processo e projeto. Podendo em última instância levar a sua campanha de monitoramento a ser recusada pelo órgão ambiental.

 

#3. Inspecionar: Inspeções ambientais aleatórias

Certamente você ja deve ter ouvido o jargão: “Quando o gato sai os ratos fazem a festa”; por incrível que pareça isto tem levado projetos de empresas e instituições a ruína. A geração de atrasos em cronogramas, aumento de retrabalho e consequente aumento de custos é causado por pequenas desatenções que se acumulam.

Uma inspeção aleatória, ou de surpresa, pode levantar muita poeira que estava escondidade debaixo do tapete. Além disso, pode-se evitar muito retrabalho e custos desnecessários.

inspeção ambiental

 

#4. Integração: Mantenha todas informações em um só lugar

São incontáveis as horas que são perdidas procurando documentos formais, mapas, dados, relatórios, pareceres ambientais e todos os demais tipos de informações.   Nem vamos citar o retrabalho de algo que já está pronto por não ser encontrado.

A integração de dados e a criação de um mecanismo que permita o fácil acesso e a confiabilidade das informações é fundamental para o sucesso de um Gestor Pró-ativo.  Comece por verificar o que já existe em sua empresa. Geralmente os sistemas de gestão pemitem fácil integração e compartilhamento de informações gatando muito pouco numa implementação. Outro ponto é buscar por sistemas existentes e até mesmo contratar o desenvolvimento de um sistema especialista. Vale muito ter todas as informações em mãos para uma boa gestão!!!!

 

Estas pequenas coisas simples com certeza vão fazer a diferença no sua maneira de fazer a gestão de áreas contaminadas daqui para frente. Se você sentir necessidade de um conhecimento mais aprofundado e conteúdo totalmente direcionado ao tema acesse no link a seguir para obter mais informações sobre o treinamento online sobre áreas contaminadas: Saber mais.